universal

Escolhendo penas e cabos – 1ª parte

Materiais de desenho podem ser complexos, muitos ilustradores se limitam a uma gama de materiais, seja por questões financeiras ou uma questão de escolha. O fato é que quando iniciantes, ou visando um estilo novo, muitos praticantes partem para a compra de novos materiais. Me recordo do tempo em que comecei a ilustrar – a pelo menos 15 anos atrás – que estávamos limitados a canetas bic, ou algumas canetas nanquim descartáveis. Depois de um tempo avançando em meus estudos fui apresentada ao universo das penas. O que era um universo incrível, já que a minha empunhadura determinava a expessura do traçado, algo que era completamente imposível com as canetas descartáveis. Ainda consigo me lembrar das vezes em que ficava tonta, ou vesga preenchendo linhas de valorização nos meus dese...

Literatura em quadrinhos japoneses

Nos últimos dias estive envolvida em grandes empreitadas, programando as férias, projetos.  Mais um pernoite doido, tentando me manter acordada. Lendo reclamações  e anuncios sobre novos títulos e lembrando de uma matéria de li no jornal alemão sobre os quadrinhos nas universidades de design,  as dificuldades da profissão. De fato ser quadrinista é difícil em todo lugar principalmente  no Brasil. Pois bem, de tudo o que eu li, certas coisas pairavam sobre a minha cabeça. Uma delas é a declaração de um quadrinista alemão sobre os quadrinhos como parte de uma linguagem universal. Não é difícil discordar do colega alemão com todas as convenções aplicadas aos quadrinhos de uma maneira geral e todo esse aproveitamento da linguagem cinematográfica atingida pelos quadrinhos japoneses.  Outra cois...

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